DOCUMENTAÇÃO

Cópias e atualizações

Cópias do mundo

Fazer uma cópia agora faz uma na hora. Enquanto está a ser feita, o servidor deixa de gravar o mundo automaticamente, para que o arquivo seja um mundo inteiro e não metade de dois.

As cópias também podem ser feitas com horário — de tantos em tantos minutos, guardando tantas — em Instalar e iniciar.

Repor a escolhida põe uma cópia de volta. O mundo que lá está não é apagado: passa a chamar-se world_before_restore mais a data. Se a cópia afinal não era a certa, não se perdeu nada.

Trocar o core

Atualizar o core do servidor instala a versão escolhida e deixa o mundo onde está.

Criar o servidor de novo é a mesma instalação, mas o mundo começa do zero. O antigo também não é apagado: passa a chamar-se world_before mais a data, juntamente com o Nether e o End.

A ordem dos passos foi escolhida para que uma falha seja inofensiva. O ficheiro é transferido para o próprio servidor, sem passar pela sua ligação de casa, e verificado pela soma de controlo. Só depois é que o servidor é parado. O core antigo passa a ter o seu próprio nome, a data e .bak, por isso voltar atrás é um só gesto.

O estado do serviço é lido de novo mesmo antes da troca em vez de ser dado pelo que estava no ecrã: de outro modo o ficheiro podia ser substituído por baixo de um servidor a correr e a operação dada como feita enquanto ele ainda anda com o código antigo. Um servidor que estava parado continua parado. Se não voltar a subir, o programa di-lo e nomeia o ficheiro para o qual recuar.

A versão é lida do próprio core, do version.json que está dentro do jar. É a única resposta que não envelhece: o registo roda à meia-noite e perde a linha, uma nota da última instalação mente se o ficheiro foi trocado à mão, mas o ficheiro é sempre aquele que vai arrancar.

Que cores se atualizam

Mojang, Paper e Fabric. Os três publicam um ficheiro pronto num link direto, que se pode transferir e pôr no lugar. No Fabric não é um instalador mas um pequeno iniciador de servidor que vai buscar o resto no primeiro arranque; os mods na pasta ficam como estão quando muda a versão do carregador.

Forge não, e a razão vale a pena saber-se. Desde a 1.17 um servidor Forge não arranca por um jar mas por uma lista de argumentos cujo caminho contém a versão do Forge. Atualizá-lo muda a própria linha de comandos no ficheiro do serviço, e esse ficheiro é do root. Não é uma dificuldade com ficheiros temporários: é que depois da atualização o servidor tem de ser arrancado de outra maneira.

O próprio painel

O programa vê por sua conta se saiu uma versão nova e mostra uma faixa quando há, com o que ela traz. Atualizar instala-a e reinicia; Mais tarde deixa como está até à próxima.